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Escritório da UNIDO no Brasil

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  • UNIDO no Brasil

    O Escritório da UNIDO em Brasília foi criado em 2010. As ações da UNIDO no Brasil são focadas na implementação de projetos de cooperação técnica nas áreas de energia renovável, gerenciamento de resíduos, refrigeração e ar condicionado, produtividade e colaboração multissetorial. A prioridade da UNIDO no país é promover uma economia circular que engloba produtividade, crescimento econômico e sustentabilidade ambiental.

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    Endereço:               SHS Qd. 06, Conj. A, Bl. A, Sala 612 - Brasil 21
                                     Postal Code (CEP) 70.316-102 / Brasília, Distrito Federal, Brazil
    Telefone:                  +55 61 3037 8440 
    E-mail:                      office.brazil@unido.org
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  • SOBRE O BRASIL

    O Brasil tem uma população de mais de 209 milhões de habitantes e um PIB de 1,8 trilhão de dólares (Banco Mundial 2018). O Brasil é uma das maiores democracias do mundo e tem uma participação muito ativa em organizações multilaterais, além de uma grande influência em negociações relacionadas ao desenvolvimento e ao meio ambiente. O país sediou a primeira Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento em 1992, também conhecida como Rio-92 ou Eco-92. O Brasil também sediou a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável em 2012 (Conferência Rio+20).

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    METAS DE DESENVOLVIMENTO DO BRASIL

    O Brasil produziu em 2014 um documento chamado "Elementos Orientadores da Posição Brasileira", abordando as deliberações iniciais do país sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a Agenda 2030. Uma coordenação nacional levou à criação, em 2016, por Decreto Presidencial, da Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (CNODS), um órgão colegiado para o monitoramento doméstico da Agenda 2030. A Comissão lançou seu Plano de Ação 2017-2019 em 2017, a fim de adaptar os ODS globais ao contexto nacional, e o Brasil apresentou sua primeira Revisão Voluntária sobre os ODS às Nações Unidas no mesmo ano. O Instituto Brasileiro de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vêm realizando estudos para adaptar os ODS globais ao ambiente local. Atualmente, a Secretaria Especial de Articulação Social, vinculada à Presidência do Brasil, é responsável pela governança nacional da Agenda 2030.

    O atual Plano Plurianual da União (PPA), em vigor de 2020 a 2023, estabelece as diretrizes e os objetivos nacionais da administração pública para despesas de capital. Seus 54 programas, 304 objetivos e 1.136 metas representam uma despesa total de 1,5 trilhão de dólares no período de quatro anos. Entre seus principais objetivos estão a promoção do uso sustentável dos recursos naturais e a ênfase no desenvolvimento urbano sustentável.

    O Plano Decenal de Expansão de Energia 2019-2029, um documento informativo divulgado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), prevê mudanças significativas na matriz energética brasileira até 2029. O Plano projeta o aumento da demanda de energia no Brasil e a necessidade de investimentos de até 513,5 bilhões de dólares até 2029 para atender a esse crescimento. Segundo o documento, cerca de 77% do total de investimentos serão absorvidos pelo setor de petróleo e gás e cerca de 2% serão utilizados para aumentar a oferta de biocombustíveis. Os estudos do governo indicam que o suprimento interno de energia aumentará 2,9% ao ano até 2029. Desse montante, as fontes renováveis ​​podem atingir uma participação de 48% em 2029.

  • A Representação da UNIDO no Brasil implementa quatro projetos principais no país, com apoio financeiro de mecanismos multilaterais como o Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) e o Protocolo de Montreal: Projeto GEF Biogás Brasil, Acelerador de Energia Industrial, Parceria para Ação em Economia Verde (PAGE), e Projeto para o Setor de Fabricação de Equipamentos de Refrigeração e Ar Condicionado (Projeto RAC). Os projetos da UNIDO são focados em energia renovável, gerenciamento de resíduos, refrigeração e ar condicionado, produtividade, eficiência energética, economia verde e colaboração multissetorial.

    Sobre o projeto

    ENE

    O Acelerador de Energia Industrial (The Industrial Energy Accelerator) é uma plataforma internacional que reúne governo, indústria e setor financeiro para desenvolver soluções e mecanismos que promovam a sustentabilidade e a eficiência energética em indústrias com uso intensivo de energia.

    O Acelerador é coordenado pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), pelo Carbon Trust uma coalizão independente de especialistas focada em tecnologias de baixo carbono e pela iniciativa "Energia Sustentável para Todos” (Sustainable Energy for All), que é uma parceria multissetorial entre governos, setor privado e sociedade civil lançada pelo Secretário-Geral da ONU em 2011, com foco no Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 7: Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todas e todos.

    O Acelerador de Energia Industrial recebe recursos do Fundo Global para o Meio Ambiente (Global Environment Facility, ou GEF), um mecanismo internacional de cofinanciamento que oferece subsídios a projetos de sustentabilidade ambiental em países em desenvolvimento.

    Metas e objetivos

    O principal objetivo do Acelerador de Energia Industrial é disseminar propostas de políticas públicas, incentivos de mercado, mecanismos regulatórios e iniciativas de capacitação que acelerem práticas de eficiência energética no setor industrial.

    O mercado brasileiro tem um vasto potencial inexplorado para implementar projetos de eficiência energética, tanto em grandes indústrias com uso intensivo de energia quanto em pequenas e médias empresas. Várias barreiras foram identificadas, incluindo a falta de instrumentos políticos específicos com foco em eficiência energética e o conhecimento limitado de instituições financeiras quanto à avaliação de projetos de eficiência energética e de um mercado emergente de serviços ligados ao setor. Para liberar o potencial da eficiência energética industrial no Brasil, é necessária uma série de políticas sistêmicas e intervenções financeiras, além de capacitação em larga escala e conscientização.

    Exemplos práticos

    O Acelerador concentra-se no desenvolvimento de uma ferramenta de simulação de políticas públicas para agentes formuladores de políticas, e na capacitação do setor financeiro. Uma série de eventos locais e oficinas de treinamento são disponibilizados para gerentes bancários de alto escalão e equipes técnicas, com o objetivo de aprimorar o conhecimento e disseminar experiências bem-sucedidas em projetos de eficiência energética. Este trabalho também inclui a criação de uma ferramenta de avaliação de risco de eficiência energética para potenciais investidores e provedores de financiamento, um mecanismo que é elaborado em conjunto com bancos comerciais e de desenvolvimento no Brasil. Além disso, o Acelerador trabalha com agentes do governo para recomendar mecanismos regulatórios que podem aprimorar a adoção da eficiência energética pelo setor industrial, incluindo uma série de simulações de impacto de custo e benefício de políticas públicas.

    Instituições financeiras e associações comerciais atualmente envolvidas com o Acelerador de Energia Industrial no Brasil:

    • Federação Brasileira de Bancos (Febraban) 
    • Associação Brasileira de Direito e Economia (ABDE)
    • Agência Estadual de Fomento do Rio de Janeiro (AgeRio)
    • Agência de Fomento de Santa Catarina (Badesc)
    • Banco de Desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul (Badesul)
    • Banco do Nordeste
    • Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes)
    • Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG)
    • Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)
    • Caixa Econômica Federal (CAIXA)
    • Agência de Desenvolvimento de São Paulo (Desenvolve SP)
    • Sistema de Crédito Cooperativo (Sicredi)
    • Banco do Brasil
    • Banco Santander no Brasil
    • Itaú Unibanco
    • Banco Bradesco

    Sobre o projeto

    ENE

    O Projeto GEF Biogás Brasil prevê ações locais e nacionais de incentivo à integração do biogás à cadeia produtiva brasileira. O projeto oferece assistência técnica para a conversão de resíduos orgânicos em energia e combustível sustentável, bem como apoio na criação de modelos de negócios e estratégias financeiras relacionadas ao setor. O objetivo é expandir a oferta brasileira de energia renovável por meio da produção de biogás e biometano, diminuindo emissões de gases de efeito estufa e reduzindo a dependência do país de combustíveis fósseis.

    A iniciativa é implementada pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) e coordenada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Além dessas, as seguintes entidades também compõem a direção do projeto: Centro Internacional de Energias Renováveis ​​(CIBiogás), Itaipu Binacional, Ministério de Minas e Energia (MME), Ministério do Meio Ambiente (MMA) e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Associação Brasileira do Biogás (ABiogás) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) são entidades parceiras do projeto. A iniciativa recebe recursos do Fundo Global para o Meio Ambiente (Global Environment Facility, ou GEF), um mecanismo internacional de cofinanciamento que oferece subsídios a projetos de sustentabilidade ambiental em países em desenvolvimento.

    Metas e objetivos

    Atualmente, o Projeto GEF Biogás Brasil concentra suas atividades na Região Sul do país e no Distrito Federal. No Sul, o projeto constrói um ambiente de negócios competitivo e viável para a integração do biogás às cadeias de produção agrícola. No DF, trabalha com a administração local para converter resíduos orgânicos urbanos em energia renovável e desenvolver um modelo piloto de gestão de resíduos que possa ser disseminado para outras partes do Brasil.

    A conversão de resíduos orgânicos em eletricidade, energia térmica ou combustível pode se tornar uma importante vantagem competitiva no mercado e estimular a geração de renda, emprego e inovação tecnológica. Além da energia renovável, a geração de biogás a partir da decomposição de resíduos orgânicos também resulta em material orgânico com alto potencial de uso agroindustrial (digestato).

    Os beneficiários diretos do projeto incluem indústrias de equipamentos e serviços, concessionárias de energia e gás, produtores rurais e cooperativas agrícolas, administrações municipais, instituições de ciência e tecnologia e populações com alta concentração de resíduos orgânicos.

    Ao final do projeto, beneficiários terão à disposição informações atualizadas sobre a oferta e demanda nacional de biogás, novos modelos de negócios voltados para o setor, vínculos produtivos com instituições governamentais, regulamentação atualizada, políticas públicas favoráveis, serviços financeiros, unidades de demonstração e serviços de capacitação.

    Ações e impactos

    O Projeto Brasil Biogás GEF implementa atualmente as seguintes atividades:

    • Desenvolvimento de Grupos de Governança Setorial com entidades públicas e privadas nos níveis estadual e federal;
    • Fortalecimento das cadeias de valor de biogás e biometano junto ao agronegócio brasileiro na Região Sul, em colaboração com governos estaduais, empresas privadas, cooperativas agrícolas e entidades setoriais;
    • Cooperação com o Governo do Distrito Federal na estruturação de concessão para o setor privado envolvendo unidades de tratamento de resíduos sólidos urbanos para geração de biogás e biometano;
    • Desenvolvimento de um banco de dados nacional com informações georreferenciadas e atualizadas sobre a cadeia de valor do biogás, disponível gratuitamente;
    • Criação de modelos de negócios inovadores e pacotes tecnológicos adaptados e validados pelo mercado brasileiro;
    • Oferta de serviços e recursos para treinamento técnico e profissional;
    • Suporte a Unidades de Demonstração de tecnologias e processos de geração de energia através do biogás;
    • Auxílio na prestação de acordos comerciais e serviços financeiros específicos para o setor;
    • Apoio ao estabelecimento de comunidades digitais para o setor de biogás;
    • Modernização de políticas públicas e da regulamentação setorial.

    Publicações Externas

    Sobre o projeto

    ENE

    O Projeto para o Setor de Manufatura de Equipamentos de Refrigeração e Ar Condicionado (Projeto RAC) faz parte do Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs (PBH). O Projeto RAC promove a redução do consumo de HCFC-22 (R-22), um gás refrigerante que prejudica a camada de ozônio e é comumente utilizado na fabricação de equipamentos de ar condicionado e refrigeração. O objetivo do projeto é diminuir a demanda futura de R-22 nos setores de manufatura e serviços. Aprovado em 2015, o projeto apoia a substituição do R-22 por alternativas que não danifiquem a camada de ozônio, como hidrocarbonetos (R-290), CO2, HFOs ou misturas de refrigerantes HFC e HFO. O PBH contribui com os compromissos assumidos pelo Brasil sob o Protocolo de Montreal relacionados à redução da produção e do consumo de Substâncias Destruidoras de Ozônio (SDOs).

    O projeto é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e implementado pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO). As empresas beneficiárias recebem apoio técnico e financeiro para eliminar o R-22.

    Metas e objetivos

    O Projeto RAC promove a transferência de tecnologia e a inovação industrial com foco na redução de custos de produção, na melhoria da competitividade das empresas e no aumento da eficiência energética dos equipamentos de refrigeração e ar condicionado.

    O projeto auxilia empresas a adotarem tecnologias com impacto zero de destruição da camada de ozônio e baixo potencial de aquecimento global (Global Warming Potential, ou GWP), fornecendo assistência técnica para a avaliação de tecnologias alternativas. O projeto também apoia o desenvolvimento e a testagem de protótipos, bem como o treinamento de equipes técnicas para a operação segura dos novos equipamentos. Além disso, o projeto também promove a conscientização no setor comercial sobre novas tecnologias sustentáveis ​​com baixo impacto no sistema climático global.

    Exemplos práticos

    Atualmente, o projeto RAC beneficia 25 empresas do setor de refrigeração e três do setor de ar condicionado.

    Duas empresas apoiadas pelo projeto realizam demonstrações técnicas de novos resfriadores modulares que usam o R-290 como fluido refrigerante. O equipamento foi instalado em dois supermercados: um localizado em Curitiba (PR) e outro em Juiz de Fora (MG). Além da eliminação progressiva do R-22, os protótipos introduzem no setor de supermercados soluções de baixo consumo de energia e uma tecnologia com baixo impacto no sistema climático global. Esses projetos de demonstração incentivam o setor de supermercados a adotar tecnologias que sejam benéficas para seus negócios e o meio ambiente.

    No setor de alimentos e bebidas, o Projeto RAC auxilia empresas a produzir refrigeradores comerciais independentes e dispensadores de bebidas refrigeradas. As empresas que trabalham em parceria com o projeto estão convertendo seus produtos principalmente geladeiras e coolers de cerveja  para a tecnologia que utiliza o R-290. Além da eliminação gradual do R-22, as empresas relataram melhorias na eficiência energética de seus equipamentos, uma redução significativa dos custos de fabricação e o aumento da competitividade perante o mercado, com um impacto positivo que vai além dos compromissos do Protocolo de Montreal.

    Para melhorar a competitividade dos negócios, o Projeto RAC implementa ações de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) que ajudam empresas na aplicação eficiente do conhecimento científico e técnico voltado para o setor. O projeto seleciona universidades e centros de pesquisa para trabalhar em conjunto com empresas privadas e desenvolver novos produtos. Essa atividade resultou no desenvolvimento de um novo protótipo de resfriamento de bebida (“cooler de cerveja”) que utiliza o R-290 como gás refrigerante, em cooperação com a Universidade Federal de Uberlândia (MG). Este novo equipamento é mais econômico em termos de energia e mais fácil de instalar do que outros produtos disponíveis no mercado. Também pode resfriar bebidas a temperaturas mais baixas, atendendo aos requisitos do mercado brasileiro.

    Impactos gerais

    • Eliminação do HCFC-22 (R-22) na fabricação de equipamentos de refrigeração e ar condicionado;
    • Desenvolvimento de equipamentos com maior eficiência energética e impacto zero de destruição da camada de ozônio;
    • Otimização de linhas de produção;
    • Treinamento de equipes técnicas;
    • Conscientização sobre soluções de baixo impacto no sistema climático global.

    Sobre a PAGE

    ENE

    A Parceria para Ação em Economia Verde (Partnership for Action on Green Economy, ou PAGE) foi lançada em 2013 como resposta ao chamado da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (CNUDS), também conhecida como Rio + 20, realizada em 2012 no Rio de Janeiro. O evento convocou a comunidade internacional a apoiar os países que desejam desenvolver e implementar uma economia verde inclusiva.

    A PAGE ajuda os países a reformular políticas econômicas em prol da sustentabilidade para avançar com os objetivos da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, que inclui a promoção do crescimento econômico, aumento de renda, trabalho digno e redução da pobreza, além do fortalecimento das bases ecológicas de economias locais.

    A iniciativa multissetorial envolve diretamente cinco agências da ONU: Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), Organização Internacional do Trabalho (OIT), Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Instituto das Nações Unidas para Formação e Pesquisa (UNITAR) e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). A contribuição da UNIDO para a PAGE é focada na formulação e implementação de políticas industriais com envolvimento setorial, treinamento especializado e consolidação de parcerias público-privadas.

    Metas e objetivos

    A PAGE foi lançada no Brasil em 2016 para promover uma economia verde inclusiva no estado de Mato Grosso, que se tornou um dos maiores produtores agrícolas do Brasil. A Parceria apoia a transição do estado para uma economia mais verde, resultando em mais bem-estar e equidade social. Suas ações reduzem significativamente os riscos ambientais e os desequilíbrios ecológicos de atividades econômicas locais. A PAGE fornece assistência técnica e financeira para a análise de oportunidades econômicas sustentáveis ​​em parceria com o Governo do Estado e o setor privado, promovendo tecnologias limpas, conservação de ecossistemas, boa governança e desenvolvimento de mão de obra qualificada.

    A PAGE apoia a colaboração entre agricultores familiares, produtores e comunidades tradicionais para a promoção do desenvolvimento sustentável e a erradicação da pobreza em áreas rurais. Também desenvolveu um estudo sobre o potencial técnico e econômico para a geração e o uso de biomassa e energia solar no estado. Em outras frentes de ação, a PAGE auxilia na regularização de assentamentos informais, turismo sustentável, políticas de planejamento urbano, eficiência energética no setor público, geração de energia a partir de resíduos agrícolas e agroflorestais, empregos verdes na indústria de gado de corte, trabalho digno e treinamento professional.

    Exemplos práticos

    A PAGE implementa atualmente as seguintes atividades:

    • Desenvolvimento de avaliações e planos de implementação para a incorporação de energia solar e de biomassa nas atividades econômicas locais, em cooperação com o governo do Mato Grosso e o setor privado;
    • Desenvolvimento de estratégias para a implementação de um Sistema Estadual Integrado de Agricultura Familiar (SEIAF), uma ferramenta que visa promover a agricultura familiar e sustentável por meio de assistência técnica e regulatória para mais de 81 mil famílias;
    • Apoio ao Cadastro Ambiental Rural (CAR), programa voltado à regularização ambiental de assentamentos rurais, focado inicialmente no assentamento rural Vale do Mangaval, na cidade de Cáceres, no estado de Minas Gerais;
    • Desenvolvimento de um Manual de Diretrizes de Turismo Sustentável que contribua para políticas estaduais de certificação de produtos turísticos sustentáveis, com o potencial de ampliar em 10% o mercado de trabalho local;
    • Elaboração de um Plano de Gestão para o Centro Histórico de Cuiabá, para preservar monumentos históricos e gerar empregos;
    • Desenvolvimento de Planos Diretores Participativos para o Desenvolvimento Municipalestratégias que promovem uma economia verde em municípios com população inferior a 20 mil habitantes;
    • Avaliação do potencial de geração de emprego e renda em setores econômicos específicos em Mato Grosso, com foco na economia verde;
    • Identificação de habilidades técnicas ou práticas necessárias para a capacitação de profissionais com foco em uma economia local mais sustentável.

    Impactos

    • Desenvolvimento e implementação de uma economia verde inclusiva no estado de Mato Grosso;
    • Prestar assistência técnica e financeira para a análise de oportunidades econômicas sustentáveis em parceria com os setores público e privado;
    • Promoção da erradicação da pobreza, energia renovável, agricultura familiar sustentável, turismo sustentável, políticas de planejamento urbano, boa governança pública, trabalho digno e treinamento profissional.
  • Projeto GEF Biogás Brasil

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